

Segundo a Osteopatia, a endometriose seria uma consequência de uma disfunção do útero na qual ele perderia a capacidade de seus movimentos inerentes durante a menstruação, ajudando na evacuação do endométrio descamado na renovação desta parede interna, havendo uma congestão do endométrio a cada ciclo menstrual e com isso o excesso desse conteúdo de endométrio acumulado com o tempo migraria para outras regiões como as tubas uterinas, levando esse conteúdo extravasar para a cavidade pélvica e abdominal através das fimbrias.
Na dor pélvica crônica, o músculo pode ser o responsável por manter o quadro intenso da dor, mesmo quando a causa primária já foi tratada.
A Osteopatia é uma grande aliada nesse caso pois um dos objetivos é que o músculo aprenda a relaxar novamente através de terapia manual, alongamentos, consciência corporal, entre outros recursos.